Família Castro

Alguns dos sobrenomes presentes em cidadãos brasileiros são bastante comuns. A maioria deles de origem portuguesa traz um pouco de Portugal desde os primórdios da descoberta em 1500. Tanto Portugal quanto Espanha influenciaram bastante na vida do cidadão brasileiro, principalmente pelo sobrenome. Confira abaixo algumas informações sobre a família Castro.

O sobrenome Castro, assim como tantos outros, não surgiu no Brasil, por uma simples razão de que o Brasil foi colonizado e habitado primeiramente por estrangeiros. Dessa forma, os sobrenomes vêm de outros países e acabam ganhando popularidade uma vez que os imigrantes fizeram do Brasil sua nova morada.

Origem da família Castro

Este é um sobrenome utilizado por portugueses e espanhois. Ele é derivado do latim Castrum, que significa castelo, fortaleza, forte.

Classificado como origem toponímica, ele é proveniente da vila de Castrojeriz.

Em uma forma mais arcaica, algumas pessoas já foram registrados como Crasto, que pode também ser uma variável para este sobrenome.

Dom Rui Fernandes de Castro, um rico homem de el-rei D.Afonso VII, foi o primeiro a utilizar o sobrenome Castro, que tomou da vila de Castro Xerez. Por esse fato se dá a sua origem geográfica.

Variantes do sobrenome Castro

Uma das variantes encontradas é Castroxerez (Castrojeriz em castelhano). O que pode ser comum é encontrar “de Castro”. Fora isso, não há muitas variações do sobrenome Castro, a não ser pelas traduções dadas em outros países, o que não acontece com certos sobrenomes como Castro.

Brasão da Família Castro

O brasão da família Castro é constituído de duas cores amarelo e azul. A base do brasão é constituída de amarelo com treze círculos azuis. Por cima é encontrado um animal, que aparentemente pode ser um leão ou dragão.

Este foi um dos modelos mais populares encontrados com relação ao brasão da família castro. Apesar disso, podemos ver outros brasões de outras maneiras, mas sempre prevalecendo as cores azul e amarelo.



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221 Comentários

  1. Lucas Souza says:

    Minha tataravó chamava-se Ignez de Castro e Silva, veio do Rio Grande do Norte pelo século 19 para a Ilha do Marajó no Pará,e após passou a morar em Belém do Pará.

  2. Joel de Castro says:

    Olá Vitalina Pereira de Castro, no comentário anterior eu me equivoquei com relação à cidade onde meu pai Lindolpho de Castro, nasceu. Na verdade ele nasceu em Guanambi, que é próximo à Vitória da Conquista, e não em Cariranha.

    • regina says:

      meu nome é regina vitória barros de castro eu nasci no ceara em santa quiteria eu herdei o sobrenome do meu pai Romoaldo Lopes de castro e minha avo se chama Raimunda Castro

  3. Joel de Castro says:

    Oi Vitalina Pereira de Castro, eu sou De Castro, sobrenome herdado de meu saudoso e querido pai Lindolpho de Castro, já falecido, que nasceu na região de Vitória da Conquista numa cidade chamada Cariranha ou Caitité na Bahia em 1915, nunca estive nessa região mas meu pai falava com um leve sotaque português, tipo dobrar a língua até o céu da boca para pronunciar a letra L. Ele veio para São Paulo aos 15 anos de idade, ficou por aqui, casou-se com uma bela morena alagoana com quem teve 3 filhas e 3 filhos. Nunca nos interessamos em saber as nossas origens, infelizmente, apenas sabíamos que o sobrenome de Castro chegou ao Brasil através de Inês de Castro. Sempre gostei do meu sobrenome, nome dado aos castelos construidos nos lugares mais altos por povos primitivos que habitavam Portugal e região da península ibérica.

  4. P.N.C says:

    olás! tenho sobrenome castro também e meu bisavô, dizem que era LibanÊs e de sobrenome Elias de Castro, ele fugiu da Alemanha na época de Hitler e conheceu minha avó que era Italiana… ambos vieram parar em São Paulo e gostaria de saber se alguém possui tal sobrenome, pois estamos procurando nossos parentes!

    • Thaís says:

      Olá,
      Então,você perguntou sobre o sobrenome ELIAS DE CASTRO.
      Sei que o pai da minha Avó,se chamava Elias Serafim de Castro,e que parece que se casou com uma italiana cujo nome só lembro que era Joana…..
      Enfim,só lembrei um pouco da história que minha vó contava.
      Mas infelizmente minha vó faleceu tem 2 meses,

  5. JOÃO BATISTA DE CASTRO says:

    JOÃO BATISTA DE CASTRO
    FILHO DE ANTONIO DE CASTRO
    ILHA DA MADEIRA, VINDO DE PORTUGAL A CEM ANOS ATRÁS, COM SETE ANOS CAIU NO NAVIO BATEU A CABEÇA UM PORTUGUES DA FAMILIA VELUDO O SALVOL ,MAS DEIXOU UM AFUNDADO NO MEIO DA CABEÇA ,QUE ELE MOSTRAVA PARA OS FILHOS ISTORIA REAL DE PORTUGUES .
    E OS ERROS DE PORTUGUES.

  6. O Castro do meu nome foi herdado de minha mãe que é falecida, ela era Acreana mas depois que casou com meu pai foi morar em Manaus – Am. meu nome completo é Brasil de Castro Braga.
    Brasil pq meu pai fazia viagens Manaus Acre e em uma viagem dessa eu nasci em um navio que ele tinha com o nome de Brasil e eles resolveram me registrar com o nome de Brasil, então Castro é de minha mãe e Braga de meu pai, tenho muito orgulho deses nomes nos eramos em 12 irmãos hoje somos 5, eu tenho 4 filhos e 5 netos moro em São Paulo, desde 1978.

  7. Castro says:

    Respondo pelo nome “CASTRO DA GRAÇA AUGUSTO BENE” Sou um Africano, Moçambicano, morando no centro, na província de Manica.
    No que concerne em minhas palavas concebo pelo agradecimento, ou melhor alegro me por ter esse substantivo acima
    espero que muitos sejam atribuidos esse substantivo pois é figurantiva, significativa em fim
    Agradecendo mais uma vez a Deus pela vida e saúde que me concedeu eu dou graças a ele por dar me esse nome formoso…

    OS MEUS CORDIAS SAUDAÇões á familia (BENE) Que Deus esteja conosco e sem se esquecendo tambem da Familia(Ndauachata). e abraços a todos que eu adoro.

    Castro in BISNETO DO LIVRO(2016)

  8. Pedro R.Cananeia de Moura. says:

    Meu nome está errado. Pois meu avo pai de minha mãe: Arnaldo José de Castro estava bêbado quando foi registar minha mãe. E diz a história que indo a cavalo, caiu uma faísca do palheiro no boco’ onde estava os documentos. Ele só deu um tapa no Boco e seguiu a viagem. La no cartório, o escrivão era um primo dele. Os dois bêbados! E o vo era meio humorista. Imagine o que deve ter acontecido! Registou dois filhos de uma só vez como filhos de Margarida Cananeia sem pai. Só que minha vo’ nunca se assinou Cananeia. E a minha mãe mãe deu nome de homem. Vilma Frederico Cananeia. Bom esta é a minha história do porque me assino Cananeia. Mas no sangue sou um CASTRO de MOURA. Português com Judeu e Guarani.

  9. Denis macedo says:

    Olá. .sou denis macedo de siqueira monteiro…filho de ivonete macedo….minha avó e leonor alves de castro….já finada…ela falava sobre sua historia..ela e seus familiares vieram da Itália fugida da segumda guerra mundial..e a sua familia veio para santa catarina..e na época ela foi eleita a rainha do café. ..ela veio da italia aos 12 anos de idade…mas segundo ela estava prometida a mão dela a um francês. ..e ela se envolveu com cicero macedo..e nisso diz ela que foi deserdada por ter quebrado a tradição italiana…por isso estou aqui..eu e minha mãe deseja encontrar alguém que conheça este fato para encontrarmos parentes..pois por parte de mãe so tenho os irmãos de minha mãe e os sobrinhos dela..não conhecemos mais ninguém. ..se alguem souber me contacta no zap ou no email…61 99134 7630 ou email denismsm444@gmail.com somos aqui de Brasília df….pretendo tirar a cidadania italiana. ..abraços e obrigado a todos pela atenção. …

  10. João Paulo Castro says:

    Sou João Paulo Castro, minha família é do interior do Maranhão.
    Amo meu sobrenome.

  11. Kleidiane de Castro says:

    Minha família de Castro é de Parambu- Ceará.

  12. Hugo L. Castro says:

    Sou de São Paulo, SP. Meu sobrenome Castro vem de meu avô Cyro de Carvalho Castro, nascido na cidade do Rio de Janeiro. Assim como seu pai e meu bisavô Arthur de Carvalho Castro, que foi militar do Exército e funcionário público. Era filho de Antônio de Carvalho Castro, nascido em Maxambomba – hoje Nova Iguaçu – que foi comerciante, já idoso foi guarda de um patronato em Caxambú. Filho de Joaquim José de Castro, vindo de Barbacena em Minas Gerais, este casou-se na paróquia de S. Antonio de Jacutinga em Iguassú e trabalhou no matadouro público de Santa Cruz, onde deixou família. Seu pai era José Lourenço de Castro, também de Barbacena onde casou-se a primeira vez, em 1840, e foi negociante de gado em Maxambomba. Era filho de José Floriano de Castro, meu hexavô, até onde encontrei registros por hora.

  13. Hosmarina says:

    Meu sobrenome tbm é Castro… a minha origem vem de dois irmãos do Ceará, os pais deles morreu e era dono de muitos bens… um irmão matou o outro e toda a familia dele para ficar com os bens. Na época meu bisavô q era criança foi o único sobrevivente escondendo-se em um rolo de couro. Uma famlia o adotou e nos nunca tivemos noticias desse parente carrasco nosso

  14. Robson Castro says:

    Meu avô nasceu em Friburgo -RJ e meu bisavô era espanhol!
    Tem Castro espalhado por todo o território nacional! 😃😃
    Felicidades e vida longa aos Castro.

  15. Manuel says:

    Sou Castro de Itapaje no Ceará.

  16. Kleyton Castro says:

    Sou do Sertão de Alagoas. Temos muitos Castros por aqui.

  17. luahn vinicius oliveira de castro says:

    Olá, Há uma família Castro gigantesca em Curitiba – PR. Porém meus avós são do nordeste, Ceará, se não me engano. achei interessante que CASTRO pelo jeito tem origem europeia porém até agora já vi 3 países: espanha, portugal e itália.

  18. Maria Vera Lucia Marques de Castro says:

    Oi amores 😍😍Sou Maria Castro👌
    FILHA de Raimundo José de Castro
    NASCIDO EM ITAPIPOCA CE!Meu pai já faleceu,porém eu desejo muito encontrar parentes(Tias,primos e etc)

    • Libenia Castro says:

      Oi sou Libenia Fernandes de Castro, meu pai que já faleceu se chamava José Rodrigues de Castro, nascido em amontada – ce e tinha um irmão chamado Raimundo. Será que não é o seu pai?

      • ESMERALDA DE CASTRO MAGALHAES CARVALHO says:

        Olá Libenia bom dia querida, eu gostaria muito de ser sua prima de primeiro grau mas meu pai tinha um nome de Dôlor Camilo de Castro, sou de Patos de Minas, MG mas podemos continuar a nós falarmos Obrigada por sua compreensão.

  19. Marcia Coelho says:

    Meu nome é Marcia Coelho.Meu bisavô paterno se chamava Antônio Severino de Castro silva e era Cearense.Pesquiso pela ascendência Holandesa desta familia.

  20. Clezon Santos de Castro says:

    Clezon Santos de Castro

    Moro em Belém e nasci em Monte Alegre – PA e meu pai chamava-se Raimundo Pereira de Castro

  21. Rivelino Pereira de castro says:

    Olá sou da família castro mas já me falaram que castro também tem origens judaica meu watsap se alguém quiser me adicionar faremos um grupo só de pessoas da família castro meu watshapp

    031992199688

    • Carlito says:

      Sou Carlito macario de castro natural de são raimundo nonato . Piaui . Segundo meu pai os avos paterno dele eram de feira de santana . Bahia . No piaui a familia castro é muito grande até o ex. Ministro marcelo castro é do piaui e é meu parente

    • Vitacastro says:

      Olá de que cidade você é do brasil?

  22. Gledson Castro says:

    Eu sou Gledsono Castro Pereira,o Castro vem por parte da minha mãe filha de Brasilino de Oliveira Castro somos natural do Estado do Pará e gostaria de conhecer mais sobre meu antepassados e familiares po este Brasil.

  23. Samuel says:

    Olá !
    Me chamo Samuel de Santana Castro
    Mas uso só o Castro para qualquer coisa… Sou filho de Elinaldo de Santana Castro e Sônia M° de Santana Castro
    Meus avós que são do interior Camamu BA que tem a origem do nome… Mas fiquei muito feliz em saber a origem correta do meu sobre nome.

  24. MANOEL DE CASTRO says:

    Oi gente, também sou de Castro lima, fortaleza, sobrenome do meu pai, meus avôs eram de Cedro-CE e nasci em fortaleza. Meus tios e tias foram todos para São Paulo, exceto meu pai e uma tia, que aqui mora…. Vamos nos encontra?

  25. Maria Cristina Figueiredo de Castro says:

    Olá pessoal eu também sou da família Castro e tenho muito orgulho do meu sobre nome e quero parabenizar a todos que faça farte dessa origem, procuro minha família com Sobre nome Castro, eu não conheço meu pai, sei que seu nome é Manoel Teixeira de Castro e ele nasceu em Sergipe, e o meu avô o apelido dele é Sergipe e mora em Buerarema Bahia, se tiver alguém que faça parte dessa família me mandem email, mariacristina@meirelles.net.br

  26. Rafael de Castro says:

    Militão de Castro*

  27. Rafael de Castro says:

    O meu falecido avô veio da Espanha, e se chamava Milião de Castro.

  28. Cecília says:

    Boa Tarde!
    Maravilha saber que temos a mesma linhagem familiar a raiz de minha família é Cipriano de Castro aqui em Recife-PE. Estou começando a pesquisar sobre a genealogia de nossos sobrenomes, quem for de Recife e quiser colaborar somos a família Cipriano de Castro Pernambuco.

  29. Jaqueline says:

    Esqueci de mencionar que meu avô, Gabriel Pereira de Castro, foi morar no Rio de Janeiro onde nasci

  30. Jaqueline says:

    Oi família! Sou Jaqueline Pereira de Castro. Minha família se originou de Recife PE. Meu bisavô se chamava Marcelino Pereira de Castro e minha bisavó Apolonia Pereira de Castro. Já sabia que meu sobrenome era nobre e que possivelmente fosse judeu. Felicidades a todos. Queria saber mais sobre meus antepassados.

  31. Rodrigo Castro says:

    Eu sou Rodrigo castro de Criciúma CS.
    legal saber da onde vem meu nome..

  32. Hasnna Castro says:

    Tudo primo. Huajsjjssj

  33. Renato de Castro Amaral says:

    Prezados Primos e Primas,

    ( desculpem a liberdade de assim os denominar mas é uma maneira respeitosa de dizer/escrever)

    sou filho de Ignêz de Castro Amaral, neto de José Durval de Castro e de Zita Ferreira de Castro; e também filho de Orlando Faria do Amaral, portanto neto de Vicente Ferreira Amaral e Conceição Faria do Amaral, todos descendentes de portugueses. Gostei imensamente de saber sobre a origem do nome da família posto minha querida progenitora, neta de portugueses, ter passado desta para melhor ( assim espero ) e portanto veio-me a curiosidade sobre a minha origem por parte materna. O pai de minha mãe era jornalista aqui em Belo Horizonte e trabalhava na imprensa oficial. Tido como uma pessoa uma culta e erudita era responsável pela revisão dos textos e por encomenda escrevia discursos para os políticos da sua época. Minha avó materna era pessoa de índole firme e bastante severa com a criação da família. Também gostava das letras e escreveu muitos poemas. Lembro-me de após as refeições do dia de ouvir seus casos e versos para incitar-nos ao sono, normalmente aos domingos. Não tive a grata oportunidade de conhecer nenhum de meus avós paternos pois quando de meu nascimento já não estavam entre nós. Portanto o meu objetivo aqui além de felicitar a todos os prováveis e presumíveis parentes e de manifestar que , digamos, puxei da família Castro a obstinação pela leitura e ciência de que o estudo é algo muito importante. Meu próprio pai também, assim como minha saudosa mãe liam todo o jornal diariamente sem exceção. Para quem gostar d ouvir boa música segue o link no Youtube para tal ato ser fato https://www.youtube.com/watch?v=coTiQ4uFA_4

    Até breve e boa sorte aos Castros da vida.

  34. Dalva says:

    Meu nome é Maria Dalva Soares de Castro, meu bisavô era barão de cocaia de portugal….não conhecemos ninguém de lá rs…mas é muito interessante, saber da nossa origem, da nossa arvore geologica…nossos descendentes….temos parentes no Rio de Janeiro, Espanha, Portugal….e outros em Minas Gerais Senador Firmino, Uba..Belo Horizonte

  35. Ana Batalha de Castro says:

    Procuro por parentes próximos .O irmão dela ainda encontra-se com vida .A enfermeira Jurgleide Doris de Castro, é natural da cidade de Cruzeiro do Sul. Ela nasceu na época em que o Estado do Acre era ainda território. A filha do casal João Oliveira de Castro e Alzira de Castro, saiu do longínquo município no meio da floresta amazônica e alistou-se como Voluntária Socorrista Profissional da Santa Casa do Pará. Para atuar no front italiano formou-se no Curso de Enfermagem Samaritana e se qualificou no Curso de Emergência de Enfermeiras da Reserva do Exército (CEERE).
    O caminho para chegar ao seu posto de serviço foi longo. No dia 19 de Agosto de 1944, Jurgleide partiu do Rio de Janeiro, em avião de transporte norte-americano com destino a Natal – RN. No dia 20 de Agosto de 1944, partiu de Natal com destino a Accra – África, fazendo escalas em Robert Field, Dakar, Atar, Tindouf, Marrakech, Casablanca e Tunis. Chegou a Nápoles no dia 30 do mesmo mês, partindo no mesmo dia para Roma onde assumiu de imediato suas funções na Clínica Médica e Cirúrgica do 38th Evacuation Hospital, em Cecina (Santa Lucce), Florença e Pisa.
    Jurgleide serviu ainda nos seguintes Hospitais de Sangue Norte-Americanos do front Italiano: 24th General Hospital, em Marzabotto e Parola; 16th Evacuation Hospital, em Pistóia e, por último, no 15th Evacuation Hospital, em Corvela.
    Seu retorno a Pátria Amada Brasil aconteceu no dia 11 de junho de 1945. Em 23 de junho de 1945 foi licenciada pela Portaria 8411, publicada no Diário Oficial, no entanto, pelos relevantes serviços prestados foi condecorada pelo Exército Brasileiro, com a Medalha de Guerra e a Medalha de Campanha.

  36. Ana Batalha de Castro says:

    Olá

    • De Castro says:

      Olá, Linda história, so professora na alemamha, Hoje naturalizada alema mas tenho as raizes de Portugal através dos castros. E meus pais sao do norte, Conquista da Bahia. apesar de viverem a vida td no estado do Paraná(Umuarama).

  37. Weldemberg de Castro says:

    Eu também sou Castro

    • Jorge Luiz de Castro e Silva says:

      Meus agradecimentos aos que divulgam as origens da família Castro. Se algum leitor é descendente de algum Castro do Estado do Ceará e se tem algo (livro, histórias, etc) que possa divulgar, peço o favor de se manisfestar neste meio de comunicação.

  38. RENATO ARCHANJO DE CASTRO says:

    Galera o Livro do Samuel Cândido de Oliveira Castro “Castro tesouro de família” tem muitas informações importantes de nossa família.

    Vale a pena ter o livro.

    Abraço

    Renato Archanjo de Castro

  39. Orlei Lucio de Castro says:

    Eu tambem sou Castro meu pai se chamava João de Castro

    afinal ;meu nome é Orlei Lucio de Castro

  40. Eleazar de Castro says:

    Amigos, tenho a informação de que em Burgos (Castrojerez), Espanha, onde a família surgiu, há um museu dos Castro. Alguém sabe se isso é verdade?

    • Vitalina says:

      Imagem e Símbolos Esculpidos

      A escultura constitui no MNMC uma coleção de referência abrangendo do séc. XI ao séc. XVIII.
      O núcleo português é o mais importante e vasto, integrando, além de escultura de pedra – em maior número – muitas obras de terracota e madeira. Abarca vários séculos e tendências artísticas, testemunhando a existência de uma tradição escultórica que converteu a região num dos maiores centros de produção do país. Esta tradição deveu-se sobretudo à existência de pedreiras de calcário brando, em Ança, Outil, Portunhos e Pena, nos arredores de Coimbra.

      Séc. XI – XIII

      Os melhores exemplos da escultura românica portuguesa concentram-se na ornamentação da arquitetura religiosa, no exterior e interior dos templos e dependências conventuais, bem como nos seus claustros. O núcleo coimbrão, que abrange o maior número de espécimes desta tipologia, apresenta algumas das suas melhores realizações – obras de grande riqueza iconográfica, requintado desenho e modelação.
      Além do que resta do claustro de S. João de Almedina, a coleção integra capitéis, provenientes, em maioria, daquela colegiada e da de S. Pedro, mas também de S. Cristovão , S. Tiago e Lorvão, entre outras igrejas da cidade e arredores.

      A coleção testemunha ainda várias correntes de influência trazidas, após a queda do Império Romano do Ocidente, pelos sucessivos invasores da Península. Existem no Museu fragmentos de colunas, pilastras e placas hispano-visigóticas ornamentadas e capitéis árabes da época califal, (fig. 1) de inspiração clássica e trepanados à maneira bizantina.

      Os temas decorativos, em especial dos capitéis, por vezes inspirados em motivos muçulmanos ou bizantinos, são um dos elementos de classificação dos grupos românicos.

      Destacam-se os exemplares em que figuram toda uma série de animais simbolizando as virtudes e os vícios, associando-se a determinadas personagens, episódios e dogmas consagrados nos textos bíblicos – ciclo a que pertencem os capitéis (figs.2) e (fig.3) provenientes da Igreja de S. Pedro, templo da alta da cidade reformado em época moderna e destruído no séc. XX para dar lugar à cidade universitária. São símbolos esculpidos, presentes na vivência popular.

      A escultura românica figurativa é rara em Portugal, existindo apenas duas peças, de pedra e do séc. XII, no acervo deste museu: o Anjo de granito (figs.5) e o Apóstolo (S. João Evangelista); o primeiro é proveniente da Sé do Porto, o segundo de Coimbra, encontrado muito fragmentado em escavações no local da primitiva Igreja de S. João de Almedina.

      Produzindo sobretudo túmulos e imagens, a escultura liberta-se da arquitetura. Mantém no entanto o caráter religioso, quer pelos sujeitos representados, quer pelo facto de se destinar a espaços sagrados, evoluindo de duas formas: a escultura funerária (figs.6,7 e 8) a (fig.9) e a imaginária dos retábulos e altares.

      A história da escultura tumular, começa no decurso do séc. XIII, altura em que surgiu o hábito de enterrar no interior das igrejas. Várias sepulturas de prelados e cavaleiros surgem colocadas em arcossólios, uma vez que os sarcófagos de exterior não possuíam jacentes.

      Séc. XIV – XV

      Distinguem-se em Coimbra dois períodos: o da maturidade da primeira escultura gótica de raiz nacional, dominada pelos capitéis historiados de Celas, (figs.10) e o do resto do século, marcado pela chegada de um escultor aragonês, Mestre Pero, autor do túmulo da Rainha Santa.

      A presença entre nós de mestres estrangeiros – reis, prelados e nobres chamaram os melhores artistas do seu tempo, para a realização de esculturas tumulares – atesta as influências que a arte nacional sofreu. O hieratismo inicial, presente nos túmulos deste século, rapidamente evolui, dando início a um novo ciclo na escultura gótica coimbrã, principalmente caracterizado por outra forma de arte – a imaginária.

      A escultura devocional da Idade Média portuguesa atingiu o seu apogeu no séc. XIV. Percorrendo uma via naturalista, (figs.12) o Gótico libertou as figuras das linhas geometrizantes, alterou gestos e atitudes, humanizou-as. Esta nova conceção generaliza-se e provoca uma intensa produção de imagens de diferentes invocações. A par do culto de Cristo e da Virgem, também alguns santos são alvo do fervor popular, em particular o dos Santos Apóstolos, amplamente representados neste período.

      Apesar das mudanças de gosto ou mesmo das imposições da Igreja, o conjunto de escultura de vulto produzida em pedra, que chegou até nós, testemunha uma atividade artística considerável tanto do ponto de vista da quantidade como da qualidade plástica.

      São no entanto, a grande maioria, obras anónimas, produzidas em oficina onde, além do mestre, trabalhavam oficiais e aprendizes. O artista melhor identificado é Mestre Pero, que trouxe à arte um avanço notável, tornando as imagens de vulto mais esguias e movimentadas, libertas dos esquemas estáticos que permaneciam na escultura gótica e ainda lhes conferiam um aspeto arcaizante.

      A produção deste período concentra-se em imagens de altar e arcas tumulares, sem ousar grandes dimensões e, menos ainda, a conceção de figuras em grupo. Contudo, considera-se que ela corresponde ao auge da escultura medieval portuguesa, devido à sua riqueza iconográfica e ao apuramento estético.

      À escultura em madeira devem-se, a par do calcário, algumas realizações notáveis, especialmente Cristos crucificados. Um dos exemplos mais impressionantes é aquele que, por tradição ficou conhecido pelo nome de Cristo Negro.

      A partir do final do séc. XIII, o corpo de Cristo deixara de cair direito e hirto ao longo do madeiro, para descrever uma curva sinuosa. O alongamento e a contorção do corpo da imagem exprimem um sentimento plástico gótico. Contudo, a expressão dramática (figs.13) da boca entreaberta e o gotejar do sangue ao longo dos braços refletem um sentimento realista peninsular, embora mais português que espanhol, pela expressão resignada que o caracteriza.

      A centúria de Quatrocentos é marcada pelo vigor das oficinas da região de Coimbra. As necessidades de um mercado mais amplo e exigente, servidas pela abundância das pedreiras, e as vantagens da via fluvial do Mondego para transporte das obras, levam à reorganização deste centro escultórico, cuja vasta produção se espalhou por todo o país. Abundam as imagens que representam os santos mártires do Cristianismo – Sta Catarina, S. Sebastião, entre outros – bem como as trilogias da Santíssima Trindade e das Santas Mães.

      Conhecem-se alguns nomes de imaginários, quase todos com obra por identificar. No entanto, sabe-se que João Afonso, Diogo Pires-o-Velho e Diogo Pires-o-Moço, produziram a maioria da imaginária nacional.

      O papel de grande centro escultórico transfere-se das obras batalhinas, por influência do Infante D. Pedro, Duque de Coimbra, que encomenda diversas imagens policromadas, para as terras de Montemor-o-Velho a um dos principais estatuários do Mosteiro da Batalha, de nome Gil Eanes (fig.16) . Com ele se havia formado João Afonso que, transferido para Coimbra, recupera a oficina mondeguina. Bem identificado, especialmente pelo facto de datar e assinar as suas obras, João Afonso , (fig.15) e a sua oficina, asseguram a parte mais importante da produção escultórica até à década de 60. A ele sucede, no último quartel do século, Diogo Pires-o-Velho, (fig.17) cuja obra apresenta importantes avanços em relação à dos mestres que o precederam. Caracteriza-se por figuras de maiores dimensões, onde impera uma certa dureza de atitudes e de feições, embora com tratamento de panejamentos mais natural que o seu antecessor. A sua oficina virá a ser continuada pelo filho (ou sobrinho), Diogo Pires-o-Moço.

      As últimas etapas do Gótico, a partir da segunda metade do séc. XV, trazem outras propostas, em grande parte por influência externa. Muitas destas características – realismo no tratamento do rosto e anatomias, dinamismo nos pregueados e gosto pelos pormenores – correspondem a tendências europeias, do Gótico final.

      Séc. XVI

      Por influência norte-europeia, a madeira assume um papel relevante na produção escultórica, destacando-se Coimbra novamente na difusão de uma nova estética, que abarcaria todo o país. Aqui trabalham alguns dos maiores escultores flamengos destacando-se a presença do escultor e entalhador Olivier de Gand que, ao serviço do Bispo-Conde D. Jorge de Almeida, executa a maioria das peças que o Museu possui, realizadas para a Sé, o Paço Episcopal e conventos da cidade e região.

      O séc. XVI em Portugal é uma época complexa, de abertura e conservadorismo, de inovação e tradição. Por um lado, o Gótico tradicional das oficinas da região de Coimbra, por outro a arte flamenga (fig.20) veiculada por artistas vindos do norte da Europa e, por outro lado ainda, o aparecimento das novas formas e fórmulas da Renascença. Assim, a escultura manuelina pode caracterizar-se formalmente como sendo de transição entre o Gótico final e a Renascença.

      Coimbra continua na primeira linha, no que respeita ao número de obras executadas, mas surge agora com outra dinâmica e influências, graças à presença de artistas espanhóis, franceses, flamengos e alemães na cidade. Aliás, nesta época é elevado o número de estrangeiros a trabalhar em Portugal.

      Marcando a escultura do início deste século, destaca-se Diogo Pires-o-Moço com um conjunto de obras em que perdura o gosto tardo-gótico. (fig.18) Trata-se de um artista local, que se constitui como elo de ligação entre a tradição gótica em fase de renovação e a linguagem renascentista, revelando uma influência profunda dos imaginários flamengos, tão ao gosto dos comitentes portugueses.

      Embora a influência norte-europeia se revele em algumas das obras talhadas em pedra, a corrente que vinga é todavia a dos franceses que, na primeira metade de Quinhentos se vêm estabelecer em Coimbra – Nicolau Chanterenne, João de Ruão e Hodart os quais têm, em comum, a formação em centros onde as expressões artísticas do Renascimento italiano são conhecidas.

      O Museu possui um vasto número de obras deste período, que testemunham uma característica bem evidente – a alteração das dimensões e dos volumes. São grandes retábulos e altares, povoados por diversas cenas em relevo e imagens de vulto perfeito, a eles dimensionadas, em que a temática religiosa é quase exclusiva, com destaque para os temas ligados Virgem e a Cristo, em especial ao ciclo natalício.

      O primeiro francês a fixar-se em Coimbra, e o mais ligado à nova estética renascentista é Nicolau Chanterenne. Escultor preferido pela corte e pela nobreza culta da época granjeia grande reputação com as estátuas jacentes por ele realizadas para os túmulos reais do Mosteiro de Santa Cruz. Desconhecendo-se o nome do(s) artista (s) a quem se deve a realização desses túmulos, persiste alguma confusão entre a obra de Chanterenne e a do hipotético “Mestre dos Túmulos Reais”. (figs.21 e 22 ).

      A atividade de J. de Ruão decorre, em Coimbra, durante cerca de 50 anos. Dotado de uma notável capacidade de adaptação ao meio, é o mais sensível à cultura portuguesa. Pela sua oficina passam várias gerações de escultores e decoradores que vêm a estabelecer-se por todo o país.Na sua obra-prima – a Capela do Sacramento na Sé Velha – ou na Capela do Tesoureiro, hoje integrada no Museu, Ruão deixa bem patente a sua dupla qualidade de escultor e arquiteto. Os seus enquadramentos arquitetónicos, sobriamente ornamentados, estão presentes nas grandes obras da coleção do museu – retábulos, painéis relevados, conjuntos escultóricos.

      Figuras serenas e majestosas, de brandos movimentos, arredadas de qualquer exteriorização de sentimentos, coexistem na sua obra, ao lado de personagens dramáticas, cheias de força interior e movimento, apresentando por vezes ligeiras deformações anatómicas intencionais, para impressionar. As primeiras correspondem à natureza do artista; as segundas surgem por influência de Chanterenne e mesmo de Hodart. (figs. 23 , 24 a 25 ).

      Hodart é um artista isolado, de caráter agitado, revelando uma forte personalidade patente na sua obra. Considerado quase um génio, não é de estranhar que tenha antecipado em décadas o surto barroco em Portugal.

      É essencialmente um escultor barrista, cuja obra mais notável é hoje pertença deste Museu. Trata-se da Última Ceia , (fig.26) executada em tamanho natural, para o Refeitório do Mosteiro de Santa Cruz.

      Séc. XVII – XVIII

      A proposta da madeira toma novamente forma no séc. XVII, tornando-se este material o suporte quase exclusivo quer das esculturas, que se enriquecem de decorações a ouro, surgidas por via flamenga, e que agora se generalizam, quer dos retábulos e revestimentos de talha em que elas se integram com frequência.

      Progressivamente, assiste-se ao abandono da pintura nos retábulos, passando os nichos a albergar composições escultóricas.

      A produção seiscentista fundamenta-se em pressupostos de natureza religiosa e não estética, procurando exprimir os sentimentos extremos da alma: a visão e o êxtase, o martírio e as angústias da morte.

      Em oposição ao milagre da Idade Média, que relacionava o santo com o homem, na arte da Contra-Reforma (fig.31) é a visão que o liga a Deus, e o êxtase a marca da sua santidade.

      Orientadas para a decoração de igrejas e conventos, as imagens são quase todas esculpidas em madeira policromada e dourada, integrando-se frequentemente em retábulos de talha dourada.

      Bom exemplo dessa tendência é o Retábulo de Nossa Senhora da Conceição, obra do escultor portuense Manuel da Rocha. (figs.27)

      Este escultor veio para Coimbra, já artista formado, procurar trabalho nas obras dos colégios universitários. Aqui exerceu a sua atividade no segundo e terceiro quartel do séc. XVII. Formado possivelmente em Valladolid, como denuncia a iconografia e a tipologia da sua obra, apresenta um estilo solidário com a tradição portuguesa , menos dramatizante do que a espanhola. (figs.28)

      Este núcleo, exclusivamente nacional, vinca a componente religiosa e até conventual da escultura produzida na época, assistindo-se ao desenvolvimento de oficinas no interior dos conventos, e à rivalidade entre beneditinos e cistercienses.

      O mais ilustre dos monges escultores é o beneditino Frei Cipriano da Cruz. (figs.29 e 30 ).Conhecido como escultor de Tibães, o seu percurso sinaliza um período em Coimbra (1685 – 1690) durante o qual se dedica à decoração do colégio da sua Ordem. Está representado no Museu por algumas das suas maiores realizações artísticas, provenientes da igreja do referido colégio, destruída em 1932.

      Na escultura do séc. XVIII continua a dominar a madeira, salvo para a escultura de mestres estrangeiros. Exemplo é o francês Claude Laprade que realizou para a Universidade, além de outras obras de vulto, as figuras alegóricas das salas dos Gerais e dos Capelos, hoje no Museu.

      Considerado o mais notável escultor estrangeiro que trabalhou em Coimbra, após a Renascença, realizou diversas obras para a Universidade, colaborando na reforma empreendida pelo reitor Nuno da Silva Teles.

      Erradamente considerado italiano, compreende-se no entanto o caráter italianizante da obra de C. Laprade, pela sua origem – Avinhão – cidade trespassada de italianismo por força da própria origem e formação da maioria dos Papas, local onde o escultor desabrochou para a arte.

      Resultado das grandes riquezas económicas geradas pela descoberta de minas de ouro e diamantes do Brasil, e graças ao gosto de D. João V pelas artes, esta centúria é conhecida como o século das importações e das influências estrangeiras. A escultura caracteriza-se sobretudo pela influência de modelos italianos, através de importações diretas de Itália ou de artistas procedentes desse país, acolhidos em Mafra.

      O sentido decorativo das obras aumenta, assistindo-se à união da religião com a estética – contemplação não só do Bem, mas também do Belo – visando uma certa teatralidade afetiva e emocional. A iconografia da Virgem é bastante numerosa neste período, popularizando-se entre outras as Virgens com ou sem o Menino, a Senhora do Rosário e a Senhora da Conceição, adotando elementos profanos, (figs.32) como é o caso dos tecidos, resultantes em parte das experiências desenvolvidas pelos barristas.

      O amor ao Menino foi uma das tradições da ordem franciscana cuja difusão se deve a uma nova iconografia, surgida no âmbito da Contra-Reforma. A partir de 1600, tornam-se numerosas as representações da infância de Jesus – Menino Jesus Salvador do Mundo, Sagrada Família, Fuga para o Egito, Adoração dos Magos, Natividade – temática por vezes antiga, mas revestida de novas formas.

      Como figura dominante da estatuária setecentista, destaca-se J. Machado de Castro, cuja obra, sintetiza a situação escultórica portuguesa da época. Santeiro por tradição familiar, numa época em que a produção de imagens se rege por pressupostos religiosos, é abalado pelas coordenadas estéticas que recebe de Itália, nomeadamente de Alessandro Giusti.

      Escultor régio a partir de 1782 assume papel fundamental na evolução da escultura, a formar discípulos e instituir uma teoria escultórica, lutando pela dignificação das artes e dos artistas em Portugal. Da sua vasta produção destacam-se diversos estudos, desenhos e modelos preparatórios, e ainda alguns escritos e teorizações sobre escultura.

      Numa segunda fase, recetivo à gramática rococó, abre caminho para o neoclássico oitocentista, afastando-se da grandiosidade de obras de grande porte em pedra, e executando figuras de menores dimensões, que se destacam pela riqueza da policromia e dos trajes. São, sobretudo, figuras para os presépios, inicialmente destinados à família real, a casas religiosas de prestígio, membros da corte e nobres. O seu culto e consequente popularização, conduzem ao aumento da produção e ao aparecimento de oficinas secundárias que copiam e reproduzem os modelos dos escultores.

      Conhecido como escultor de Lisboa, Machado de Castro é todavia natural de Coimbra, à qual deveu, além do berço, a formação humanista que recebeu dos Jesuítas.

  41. Vitalina De Castro says:

    Entao ainda pretendo organizar uma festa muito grande no Brasil para toda a Familia Castro, fazendo uma vaquinha para ajudar os mais necessitados a chegar e reunirmos todos, quem concordam a Ajudar com a organizacao desta festa entre em contato, wathsapp 00491773811828 ou skype ou Facebook Vitalina de Castro ou vitacastro65@aol.com.
    Nao vamos perder esta oportunidade, mesmo que demore um pouco, e escolhemos a cidade que está a maioria dos Castro.

  42. Jorge Luiz de Castro e Silva says:

    A família Castro do Ceará foi estudada pelo Barão de Studart (também descendente dos Castros). Temos muitas informações sobre os Castros das cidades de Fortaleza, Sobral, Aracati e Cascavel

    • Eleazar de Castro says:

      Jorge Luiz, você sabe da obra em que o Barão de Studart fala dos Castro? Agradeço a informação.

      • Jorge Luiz de Castro e Silva says:

        Olá Eleazar. O Instituto Histórico do Ceará publicou o livro do Barão de Studart em 1958. Voce pode baixar no link http:www.institutodoceara.org.br/revista/Rev-apresentacao/RevPorAno/1958/1958-AFamiliaCastro.pdf

  43. Gostaria de parabenizar pelos artigos aqui publicados. Porem, também gostaria de saber mais sobre o meus avós maternos, cuja os nomes são: João Rosálio de Castro, e Maria das Dores de Castro.
    Grato pela atenção
    Helinho

  44. iza castrp says:

    meu bisavo se chamava joao jose de castro de caratinga/mg alguem tem parentes em minas com este sobrenome

  45. monica says:

    Também procuro avô José castro alves de Portugal

    • Esmeralda de Castro Magalhães Carvalho says:

      Sim eu Nasci em Patos de e o meu nome é Esmeralda de Castro Magalhaes meus pais Dolor Camilo de Castro e Teresinha de Magalhaes Castro mais nao sei muito sobre meus parentes meu pai morreu eu so tinha nove anos sei que o pai do meu ai se chamava Joao de Deus e a mae de minha mae se chamava Mariana e só mas é trite parece que estou sozinha no mundo eu gostaria muito de saber de onde vim se alguém souber como fazer me fale por favor.

  46. michiel de castro says:

    Meu vô se chamava zoroastro ribeiro de castro e eu me chamo michiel de castro

  47. Rosali Perdigao de Castro Mendes says:

    Tbém sou da família Casto de Minas Gerais.com raíz em Ilhéus do Prata,em Såo Domingos do Prata- MG.Adoro ser da família Castro.pessoas dócieis e amáveis .Vamos agora fazer nosso IV encontro em Rio Piracica
    -MG.

    • Edmilson Miranda Castro says:

      Prezada Rosali. Tenho muitos nomes de Ilhéus e Santa Izabel. Mas não tenho o seu na minha árvore. Meus pais São José do Goiabal. Estudo muito sobre a formação das familias daquela região. Se puder entrar em contato comigo…

  48. Renata says:

    Eu só espero que todos os Castro não sejam de coração ruim como os que conheço, familia dificil.

  49. Cristina Dalcanale says:

    procuro a familia com sobrenome ROSA DE CASTRO de Florianopolis….meu bisavo era Alfredo Rosa de Castro..

  50. Nilzelly castro says:

    Meu nome é Nilzelly Paula lima de castro . Procuro meu pai: Adionilson Paula de Castro.

  51. Gabriel Castro says:

    Quanto Castro’s nesse comentario kkk’

  52. Ricardo says:

    Sou Ricardo Luis Albuquerque de Castro

  53. Nívea Castro says:

    Legal ?

  54. Jeferson L De castro says:

    mas no brasil existe uma diferença da familia castro… “castro” e ” de Castro”

    pelo que sei dos meus antepassados “de Castro” vieram 2 famílias de Portugal. conheci ate a 5 geraçao. meu Tataravo se chamava apollonario justiniano de castro.. se alguem souber alguma referencia me avise pois estou tentando montar a arvore genealógica..

  55. Maikisson de Souza Castro says:

    Caros e nobres irmãos, vamos conhecer nossas origens em Portugal e fazer um banquete para a honra de nosso pai, e cobrar nossa herança a que temos direito kkk

  56. ANDRÉ CASTRO says:

    André Luiz de Castro, de Blumenau Santa Catarina.

    Meu pai e mãe tem sobrenome Castro não são primos!!!

  57. Auro Alexandre Castro says:

    Meu nome é AURO ALEXANDRE CASTRO,
    originário de Morro Agudo (SP) e morador de Guarulhos(SP).
    MÃE: Láudia Castro Pereira, filha de João Martins de Castro.
    CASTRO, realmente, é uma família muito grande.
    Encontrei, nos comentários, Marcos, Fernando e Juliana, todos Castro, e moradores de Guarulhos.

    Seremos parentes?
    Um abraço a todos os CASTRO, de origem portuguesa ou espanhola.

  58. Thaís Castro says:

    Olá, queria saber se tem como descobrir de onde veio e o que significa o sobrenome “Cabé”, é da família do meu bisavô não acho nada e tenho muita curiosidade. :/

    P.s: Minha mãe não tem certeza se meu bisavô é italiano ou alemão.

    P.s2: eu amo o sobrenome Castro, é tão representativo.

  59. Renata castro says:

    Massa de mais

  60. JAQUELINE CASTRO says:

    KKKKK SOMOS RICOS??CADE MINHA HERANÇA.KKKK

  61. JAQUELINE CASTRO says:

    KKKKKK SOMOS RICOS????CADE MINHA PARTE DA HERANÇA KKKK

  62. Leo Castro says:

    Serio… Eu não conheço uma pessoa que tem Castro no nome que é feia… Kkkk sério… Nosso sangue é puro… Viva os Castros… ?

  63. Renan Castro says:

    Castro o/

  64. Samuel Reis De Castro says:

    Legal…

  65. Sônia Maria de Oliveira Guimaraes says:

    Minha avó se chamava Sebastiana Felizardes de Castro, nascida em: Barri Saí Rio de Janeiro em; 08/02/1920.Teve com pais: José Antônio de Castro e mãe, Diolina Felizardes de Castro. Irmãos: Noberto Felizardes de Castro, Dilaor Felizardes de Castro. Minha avó se casou com José Juffo de Oliveira, nascido em Alegre Espito Santo no dia 08/09/1910. Casamento foi em 1942. Tiveram 8 filhos: Daniel Juffo de Oliveira, Efraim Jufo de Oliveira, Samuel Juffo de Oliveira, Davi Juffo de Oliveira, Magnólia Felizardes de Oliveira, Gessi Felizardes de Oliveira e Maria Felizardes de Oliveira. Se alguém sabe na família sobre esses nomes, gostaríamos que entrassem em contato. Pois não temos notícias das famílias há muitos anos, nós netos e os filhos deles nem chegamos a conhecer os familiares.

  66. Daniel says:

    Eu preferia ter origem sayajim

  67. Kerolayne says:

    Boa tarde! Vivo com um humano, um dos mais desumanos que conheci. É um verdadeiro “CAMALEÃO”! Da família “CASTRO”.

  68. Marcos says:

    Blz, família e bom saber desta descendência nobre,abraço dos Castros aqui de Guarulhos, Marcos Castro,Fernando Castro,Juliana Castro

  69. Caian Castro Santana says:

    Bora clã.Vamos formar um império!!!

  70. Francisco Júnior Macedo de Castro says:

    Humm, sempre desconfiei da minha origem nobre e por cima ainda tem descendência Judia viu, esse sobrenome é muito comum entre judeus que sairam daquela região.

    • Anderson de Castro says:

      Sou bisneto do coronel Valeriano Rodrigues de CASTRO…Neto de Viriato de Castro. Oriundos de Curvelo-MG erradicados em Formosa-GO. Viriato de Castro foi guia da expedição Cruls que demarcou o quadrilátero do Distrito Federal. Somos Castro de Brasília.

    • Vitalina De Castro says:

      Olá Francisco, é verdade, existe uma marca de roupas que fui conhecer aqui na Alemanha, se chama Castro, fui pesquisar e é realmente de um Judeus
      Quem conheceu Joaquim Pereira de Castro e Vitalina Maria de Jesus de Vitória da Conquista, eles tiveram 4 Filhos, Francisco Pereira de Castro, meu pai, Nascimento Pereira de Castro, Anita pereira de Castro e Ana Pereira de Castro? Nós infelizmente nunca conhecemos nehum tio(a) desta parte de Pai. Quem conhecerem alguem desta familia por favor entrar em contato. Tem uma pessoa maravilhosa do Rio que faz trabalhos voluntários, ela está tentando, mas qualquer ajuda seria bem melhor. Grande Abraco

    • odenir says:

      Oi boa noite, também sou da família Castro, meu nome é Odenir Macedo Castro, sou do Paraná, cidade de Rio Branco do Sul, bem próximo à Curitiba, sempre tive vontade de encontrar pessoas com o mesmo sobrenome Castro.

      • Maria Cristina Figueiredo de Castro says:

        Eu também gostaria de reunir com todos os Castro, vamos marcar um encontro quem sabe não seja em Curitiba mesmo, eu sempre quis conhecer essa cidade, então galera o que acham? Bjs a todos da família.

  71. Silmara Castro says:

    Nossa quantos parentes em diversas partes do Brasil e do mundo!! Só precisamos saber mais sobre nosso grau de linhagem..Mais somos todos primos!! Muito legal! rsrs

  72. Alexandre A. De Castro says:

    Muitos Castros por aqui.
    Da pra fundar uma sociedade secreta.
    CASTELO DE CASTRO
    KKKKKKKK
    UM ABRAÇO AMIGOS.

  73. Pedro Luís Freitas de Castro says:

    Estou me sentindo em casa aqui huhuh
    Todos com sangue azul..e amarelo!
    Sempre associei o sobrenome à Amante de D. Pedro, agora percebo como ignorante fui.
    Abraços a todos os Castros!

    Jundiaí – SP

  74. Solange Maria de Castro says:

    Sou Castro. Será que todos os Castros são do mesmo sangue?? Ou pelo menos a maior parte. Quantas famílias diferentes deve ter com o sobrenome. Tenho essa curiosidade.

  75. Savana Castro says:

    Adorei o significado é bem a cara da minha família FORTE!

  76. familia castro e demais e noizzzz

  77. Pedro Gustavo De Castro says:

    Eu sou nobre.U.uu

  78. Andre Castro, says:

    Eu também sou castro, bonito nosso brasão ,cidade de Porto Alegre

  79. Gostei de saber tbm, eu já venho pesquisando a anos, o mas difícil ta sendo colocar ob nome na lista como nobre real e escritos da família real dos castros, nau quero a herança, só de ter um brasão e sabermos q todos os castro são parentes pra mim já está ótimo, isso ai pela árvore genealogica tds somos parentes de lugares e país diferentes, mas tds q tenham o sobrenome castro são parentes,.

  80. Ricardo says:

    Legal saber que existem muitos Castros no Brasil eu também sou Castro e tenho orgulho do meu sobrenome.
    Só para registrar meu querido avô se chamava Antonio Castro Castro , seus pais eram primos de sangue.

  81. Robinson H. Castro says:

    Boa tarde Castro’s kkkkkk além do meu nome ser de origem Portuguesa ..meu bisavô era Português da ilha da madeira …gostaria de saber sobre os parentes de lá q nunca tivemos contato desde da dec 20 se alguém soube de algum castro lá da ilha da madeira comenta aí prfv vlw. ✌

  82. MARCIO DE CASTRO says:

    SOU DE CASTO E SOU FELIZ POR ISSO POIS NO BRASIL TEMOS MUITOS CASTRO UMA GRANDE E NOBRE FAMILIA.

  83. RONALD DE CASTRO says:

    Gostei, sempre quis saber da árvore genealógica, ainda irei descobrir.

  84. Jorge Luiz says:

    Tenho muito orgulho do meu sobrenome. Na história do Brasil e do mundo tem muitos Castros : Domitila Canto e Castro (Marquesa de Santos), o escritor Castro Alves, o ex e o atual presidente de Cuba, Fidel e Raul Castro, etc. Uma vez um dentista me disse que minha arcada dentária era típica de descendentes de portugueses ou espanhoes. Gostaria de saber de toda minha árvore genealógica.

  85. Vitalina Pereira de Castro says:

    O nome do meu pai era Francisco Pereira de Castro, ele faleceu com 48 anos, era filho de Joaquim Pereira de Castro e Vitalina Maria de Jesus, eu nao conheci meus avós, sei que meu mai tinha irmaos, ele foi bem Joven do estado da Bahia(Conquista da Bahia) para o Paraná, por isso nao tive a oportunidade de conhecer meus tios(as) nem avós paternos, será que tem alguem aqui com descendentes parecidos? por favor entre em contato comigo. por este email. vitacastro65@aol.com. Agradeco.

    • JAQUELINE CASTRO says:

      minha mae e maria pereira. e meu pai cicero de castro. vc e meu parente de pai e mae.kkk

    • Isis marques de castro says:

      Oi sou Isis marques de CASTRO MEU avô TeodomiRO vicente de Castro os avós dele eram espanhóis somos de passos MG E temos um tio perdido no Paraná Nelson. VICENTE DE CASTRO me procura no face

      • Vitalina De Castro says:

        Oh Isis, meus melhores amigos de Portugal se chamam Marques de Castro, apenas por coicidencia nos conhecemos há muitos anos aqui na Alemanha viu…
        Vita Castro estou no facebook, me add sim, um grande Abraco

  86. Messias Macedo says:

    Meu nome é : Messias de Macedo Castro , mas eu não gosto do Castro !

  87. izac marino de castro says:

    meu pai se chamava Simeão marino de castro natural do rio de janeiro local Itaperuna ou santo antônio RJ.

  88. marile says:

    meu esposo se chama alexandre de castro filho de sueli de castro são de marialva/parana e se por acaso tiver alguém aki que tiver parentesco com a família castro do parana adoraria saber pois ele foi adotado com oito anos e não conhece ninguém da família dele.jamais imaginei que o sobrenome castro teria uma origem tao maravilhosa ainda bem preferi pegar seu sobrenome

  89. Alessandro Castro says:

    Tenho um orgulho enorme em ter um sobrenome tao rico em nome e história gostaria muito d conhecer o passado da minha linhagem e da familia querendo ou não somos todos de uma única família q no passado se separou para tentar encontrar um modo melhor para sobreviver ne pq acho q antigamente todos q tinham o MSM sobrenome moravam em um lugar só ..

  90. emily castro says:

    Acho muito legal esse sobrenome todos nos somos da mesma arvore genealogica a fanilia castro

  91. Adelaide Castro says:

    Sobrenome Lindo!

  92. Juliana Castro says:

    Boa noite à todos!!!

    É com muita alegria que venho deixar esta mensagem, meu sobrenome também é CASTRO, faço parte de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias. Na Igreja temos um programa que se chama História da Familia ( Family Search, para maiores informações acessem o site https://familysearch.org/) neste programa fazemos a nossa GENEALOGIA (ÁRVORE FAMILIAR), assim conhecemos a história de nossos antepassados, este trabalho é realizados por membros da Igreja, mas também pode ser realizado por visitantes….Aproveitando a oportunidade convido à todos para nos fazerem uma visitinha, caso não tenha uma unidade de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias em sua cidade, indico que acesse o site indicado acima e conheça este lindo trabalho de AMOR. Enfim quem sabe não somos parentes bem próximos?….kkkkkkkkk…..Bjus à todos e conto com vcs para participarem desta pesquisa, será muito gratificante encontra-los nessa troca de informações….Que Jesus abençoe todos <3

  93. Adriano Marcos de Castro says:

    Também amo esse nome ,acho muito forte tenho orgulho disso,bj à toda família,quer seja Portugal,Espanha,Itália de qualquer forma veio do latim e temos um lindo Brasão.Homens,peçam á Deus pelo ou menos um filho homem para que esse nome perpetue para sempre.Eu tenho um,e outro a caminho,oh glória….e minha esposa agora também é Castro.(e ela também já ama o nome)

  94. ana alice says:

    tenho muito orgulho desse sobrenome maravilhoso.sou muito feliz por ter uma familia imensa que carrega esse CASTRO nas veias.Sou ANA ALICE FERNANDES CASTRO

  95. sergio a. castro arebalo says:

    sou de alegrete rs

  96. sergio a. castro arebalo says:

    show de bola, é muito bom saber que esse nome é da realeza portuguesa,

  97. Jardel de Castro Távora says:

    Um grande abraço aos Castro, podemos não ser do mesmo sangue, mas pertencemos a mesma linhagem… Kkkk

  98. Vitor castro says:

    Vivam os castros , somos de origem nobre temos brasão , simplesmente espetacular, saudações a todos os Castros .

  99. Amilar Castro says:

    somos todos parentes…..uma so familia

  100. Roberta Maia says:

    Minha família é Castro mas é holandês. Era Caster e virou Castro

  101. Guilherme dos S Castro says:

    Adoro esse meu sobre nome

  102. geronimo castro says:

    Ainda bem que quer dizer castelo

  103. Olha ai mais chegando com nome castro e show de mais esse nome!

  104. LUCIANA CASTRO says:

    eu já gostava do meu sobrenome,agora gosto mais ainda.

  105. Aliny Castro says:

    Adorei saber que tem muitas pessoas com sobrenome Castro…
    somos todos primos

  106. Gilson says:

    Gilson de Castro meu nome é nobre

  107. GEANE CASTRO says:

    MAS GOSTARIA DE SABE MAS SOBRE MEU SOBRENOME [[ CASTRO ]] ALQUEM PODE ME RESPONDE AGRADECERIA

  108. GEANE CASTRO says:

    MAS GOSTARIA DE SABE MAS SOBRE MEU SOBRENOME [[ CASTRO ]] ALQUEM PODE ME RESPONDE
    ???

  109. GEANE CASTRO says:

    BOM MEU SOBRENOME E CASTRO E FICO MUITO HONRADA DE SABE QUE DE PORTUGUESE E ESPANHOL

  110. Guilma Castro says:

    Meu sobrenome é divino.. Forte, fertaleza.. Ameiiii..

  111. Mateus Castro says:

    Nossa meu nome e nobre, tem um brasão e e de rico, e pelo menos, tinha parentes ricos ne. Rs

  112. edson castro says:

    Meu nome e edson castro e nao troco o sobrenome por nada nesse mundo adoro o nome q tenho.

  113. Fernando de Castro says:

    No wikipédia tem mais informações da origem da Casa de Castro, tem escudo da Casa de Castro
    esse é o link: http://pt.wikipedia.org/wiki/Casa_de_Castro

  114. Graça says:

    Meu pai era de Salto do Uruguai ,o nome dele era Bernadino Luiz de castro..

  115. Alessandra says:

    Mas será que somos todos de uma só linhagem? Conheço várias pessoas com o mesmo sobrenome mas que não tem nada a ver com a origem da minha família. Somos de Barra Longa MG.

  116. Alessandra says:

    Mas será que somos todos de uma só linhagem? Conheç5o várias pessoas com o mesmo sobrenome mas que não tem nada a ver com a origem da minha família. Somos de Barra Longa MG.

  117. Andreza Tropeiro says:

    Oi família Rsrs

  118. Dani Castro says:

    Ki lindo meu nome é nobre e mais lindo todos aqui são da familia Castro <3

  119. Dayane says:

    Dayane Castro

    Adoro ter esse sobrenome tão nobre rsrs

  120. Gustavo de Castro says:

    Nossa que interessante, minha Família é do Rio grande do Sul, porém moramos em Rondônia Há 10 anos.

  121. silvestre castro says:

    sou silvestre castro filho de manuel marcelino de castro neto de aprodigio marcelino de castro bisneto de manuel marcelino de castro e trineto de marcelino ferreira de castro todos de itapajé no ceará.

    • irene says:

      Bom estamos quase nos reconhecendo meus avós paternos eram: João
      Agustinho de Castro e sua esposa Umbelina Alves de Castro, meu pai Raimundo Alves de Castro e minha mãe Suzana Guimarães Castro meu avô materno se chamava Sebastião Ferreira Guimarães e minha avó Luzia Bandeira de Castro todos de Itapajé – CE, alguém os conheceu?

  122. JUNIOR MENDES CASTRO says:

    JUNIOR MENDES CASTRO- minha bisavó, veio da Itália . ELEOTÉRIA COSTA CASTRO.

    E agora? fiquei pensativo, somos de Portugal da Espanha? ou da Itália????

    • Francisco Júnior Macedo de Castro says:

      Olá rapaz, que coincidência além de Castro na mimnha família nosso sobrenome na maioria é MENDES também de onde você é ? De onde você é? meu avô paterno (MENDES CASTRO) apesar de ter nascido no brasil tem UM porte e uma estrutura de um tipo europeu? Valeu abraço!!

  123. nilza ruão says:

    Maria-neta de Valentina Pinto de Sousa e Castro, seus bisavós eram Joaquim Pinto de Sousa e Castro e Vitorina Pinto Ribeiro de Matos, ambos naturais de Freamunde, que na época era concelho de Sobrosa -atualmente Paredes. Só a mais velha Lucrécia nasceu em Freamunde, tendo todos os 10 que se lhe seguiram nascido em Sobrosa na Casa das Campas-significa pedras ou dolmens pré historicos. Joaquim Pinto foi para Vizela onde fundou as Caldas ou Termas ajudando a engrandecer a terra que ainda agora não sa esquece dele. Ver Camara de Vizela e ilustres , assim como o dr. Alfredo Pinto neto do primeiro.
    Eu sou trineta de Joaquim ,bisneta de Inácio , neta de Zélia e filha de josé Pinto de Meireles ruão. Pelo lado da minha mãe sou neta de brasileiro Alfredo Ferreira de Sousa Campos , era natural da cidade de Belém do Pará e veio para Portugal em 1883 estudar medicina e nunca mais regressou ao Brasil.

    nilza maria de campos ruão

    • Maria José says:

      Nilza Ruão , sou neta de Valentina Pinto de Sousa e Castro , o meu pai José Guilherme Pinto de Abreu Monteiro foi o filho mais novo de 8 filhos , tive uma tia Zélia e tenho uma irmã Zélia . Vivo no Norte de Portugal ( Porto ) e adorei ver por aqui o nome da minha avó . Maria José

  124. eva castro pereira says:

    sou dos castros de Uruguaiana.RS

  125. eva castro pereira says:

    eu sou castro com orgulho

  126. hudson castro says:

    Tem vaga ai pra min !

  127. Vicente de Castro says:

    Castro é muito mais que um sobrenome. Que os pobres de espírito, os vulgo esmolares não o usem por uma possível questão de receber algo em troca(herança). Nós herdamos tão nobre nome de Inês de Castro – a que foi rainha depois de morta. Tenho uma vasta pesquisa sobre o nome. caso queiram alguma informação voltada a pesquisa ou pessoalidade, me liguem: Vicente de Castro, tel: 21 9968-43270 ou passem um e-mail; vicentepscastro@ig.com.br

  128. Elisa Castro says:

    Sempre achei q eu era da nobreza!! kkkkkkkkk

  129. Julia de Castro Mendes says:

    Estranho, minha avo q tbm é castro me disse q seu pai veio da italia. O nome nao é de origem italiano?

    • Denis macedo says:

      Olá. .sou denis macedo de siqueira monteiro…filho de ivonete macedo….minha avó e leonor alves de castro….já finada…ela falava sobre sua historia..ela e seus familiares vieram da Itália fugida da segumda guerra mundial..e a sua familia veio para santa catarina..e na época ela foi eleita a rainha do café. ..ela veio da italia aos 12 anos de idade…mas segundo ela estava prometida a mão dela a um francês. ..e ela se envolveu com cicero macedo..e nisso diz ela que foi deserdada por ter quebrado a tradição italiana…por isso estou aqui..eu e minha mãe deseja encontrar alguém que conheça este fato para encontrarmos parentes..pois por parte de mãe so tenho os irmãos de minha mãe e os sobrinhos dela..não conhecemos mais ninguém. ..se alguem souber me contacta no zap ou no email…61 99134 7630 ou email denismsm444@gmail.com somos aqui de Brasília df….pretendo tirar a cidadania italiana. ..abraços e obrigado a todos pela atenção. …

  130. Rai Castro says:

    hehe… orgulho de ser Castro, mas cade minha parte da herança ??

  131. Renan says:

    Eu sou Renan Carlos de Castro Martins

  132. Que tal os Castros são importantes eu tenho orgulho de ser de Castro!

  133. Valéria Cristina de Castro says:

    Nossa legal ,mais por que uns são De Castro e outros só Castro? … vejo muitos só com Castro e eu sou De Castro …. Não entendi hehe

  134. Isso aí pepessoal, ao menos no sobrenome éramos todos ricos.

  135. mallu castro says:

    legau é nóiz,mi parentes

  136. Thaís Castro says:

    Ah então quer dizer que meu sobrenome é nobre? hehe

  137. DaniloCastro says:

    sou da familia Castro meu se chamava Elias Fernandes de Castro,tenho orgulho de ser de origem portuguesa

  138. GERALDO R. CASTRO says:

    BOM DIA ? SOU GERALDO RIBEIRO DE CASTRO, ESTOU FAZENDO NOSSA ARVORE GENEALOGICA QUE TIVER INFORMAÇÔES E QUIZER AJUDAR???????

  139. Valdiane Castro says:

    Somos forte, e nobres! 🙂

  140. Maria says:

    O nome da minha avò era Valentina Pinto de Sousa e Castro , de Freamunde, Pacos de Ferreira, o pai tambèm Vivia em Vizela ,nasceu em. 1853.
    Nao contigo chegar à origem dos Sousa e Castro…alguèm terà algumas informaçao sobre este nome?
    Maria

  141. Fatima says:

    O meu nome é : Fátima de Sousa e Castro gostava de saber a origem.

  142. ISMAEL DE CASTRO SOBRINHO JR says:

    Primos? AUBSUahsuhAUSHUahsuhAUS

  143. ELIANE says:

    Legal!fiquei feliz em saber disso.

  144. uhuu o nome castro e melhor da historia quem concorda escreve simm

  145. uuhu castro e o melhor nome da historia quem concorda comenta simm

    • Maria Aparecida A de Castro says:

      Sou Maria Aparecida A de Castro e tenho muito orgulho do meu nome. Sempre o achei muito altivo… forte…nobre…

  146. Renata Castro says:

    Opa, sobrenome nobre?? Que showww…já amava esse sobrenome agora então…

  147. Gabriel says:

    que o orgulho sou castro tambem

  148. emily ricaelli de castro says:

    tambem sou castro!!! adoro ter este sobrenome…

  149. mateus de castro says:

    eu também sou castro. é legal esse sobrenome né?!

  150. Wesley Castro says:

    Olha sou nobre KKKK

  151. Castro says:

    Todo mundo aqui é Castro?? É nozes!!

  152. Matheus de Castro Maciel says:

    Eu também sou Castro, tenho orgulho disso: ter um sobrenome português e espanhól. Muito bom!!!

  153. pelo menos no nome eu sou rico.

  154. Valdo says:

    Nossa, meu sobrenome é nobre! adorei, hehhe.

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